“Segundo Geoffrey Boynton, co-autor do estudo, o fato demonstra que um estímulo em forma de ameaça chama a atenção, inclusive quando não se pode identificar de forma consciente.”
Com a reforma ortográfica, o prefixo “co-” passou a aglutinar-se a quaisquer palavras. Na convenção anterior, observava-se incômoda irregularidade quanto ao seu emprego. O texto oficial do Novo Acordo Ortográfico determina a manutenção do hífen diante de termos iniciados por “h”, como “co-herdeiro”.
Ocorre, entretanto, que a ABL (Academia Brasileira de Letras), ao confeccionar a última edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, fez alguns ajustes ao texto oficial do Acordo, acomodando divergências de interpretação de um e outro ponto.
A grafia “co-herdeiro”, por exemplo, foi substituída pela forma “coerdeiro” (prefixo aglutinado e supressão da letra “h”). Seguiu-se o modelo da palavra “coabitar”, provavelmente considerando o fato de que os prefixos monossilábicos e átonos em geral se aglutinam ao termo subsequente (é o que ocorre com “re-”, “pre-” e “pro-” e agora com “co-”).
Ficamos, então, com grafias como “coautor”, “cogestor”, “coprodução”, “coprodutor”, “copiloto”, “corresponsável”, “cosseno”, “coerdar”, “coabitar” etc.
Veja, abaixo, o texto corrigido:
Segundo Geoffrey Boynton, coautor do estudo, o fato demonstra que um estímulo em forma de ameaça chama a atenção, inclusive quando não se pode identificar de forma consciente.
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